1. 18142
    10
    Apr
  2. 9
    Apr

    Foi hoje que finalmente eu consegui aquilo q eu tentava a meses, te esquecer. Te ver assim, me fez perceber o quanto idiota fui. Otária seria a palavra certa, perdi horas, dias da minha vida, q não serei capaz de recuperar. Meu maior erro todo esse tempo foi ter me permitido te amar mais que a mim mesma, ter me deixado em segundo plano, quando pra você eu talvez não fosse nem um plano. É felizmente a parti de hoje eu não irei derrama uma lagrima por você, suas palavras não irão mais me atingir, seu olhar não me deixara boba.

    E todo aquele amor que existia se torno um vazio. Por você não me amar, eu acabei me amando mais e mais, e hoje eu deixo meu coração mais leve, minha alma mais limpa e meu sorriso mais sincero.

  3. 28
    4
    Apr
    lovedsomebody:

”Eu tive tanta paciência com você. Tolerei tuas grosserias desnecessárias, aguentei a barra sozinha quando você se afastava. Segurei meu choro quando te ouvia dizer certas coisas que doíam tanto, senti meu peito arder por sua causa muitas vezes. Deixei meu orgulho de lado, arrisquei tudo, paguei pra ver. Inventei motivos para justificar seus erros, fingi que suas falhas não eram tão graves, só porque mais grave ainda era ficar longe de você. Eu fiz de tudo, justifiquei erros que não eram meus, consertei falhas que não eram minhas, resolvi problemas que não eram meus, que não fui eu quem os causei. Eu fiz de tudo por você, mas você simplesmente fechou os olhos e preferiu não enxergar isso.”
Jéssica Figueredo.

    lovedsomebody:

    Eu tive tanta paciência com você. Tolerei tuas grosserias desnecessárias, aguentei a barra sozinha quando você se afastava. Segurei meu choro quando te ouvia dizer certas coisas que doíam tanto, senti meu peito arder por sua causa muitas vezes. Deixei meu orgulho de lado, arrisquei tudo, paguei pra ver. Inventei motivos para justificar seus erros, fingi que suas falhas não eram tão graves, só porque mais grave ainda era ficar longe de você. Eu fiz de tudo, justifiquei erros que não eram meus, consertei falhas que não eram minhas, resolvi problemas que não eram meus, que não fui eu quem os causei. Eu fiz de tudo por você, mas você simplesmente fechou os olhos e preferiu não enxergar isso.”

    Jéssica Figueredo.

  4. 16
    29
    Mar
    coleciono-lagrimas:

Relatos de uma madrugada qualquer.
Quando completei dezoito anos, entrei na minha fase de querer e poder. Eu não sabia nada sobre a vida, e alguns momentos me provaram que a própria vida não sabia nada sobre mim também. Eu sempre fui o tipo de garota calma, que trocava as noites agitadas por livros, e as bebidas por suco de acerola. Mas eu tinha curiosidades, assim como qualquer jovem entrando em sua fase ‘adolescente-madura’. Todos diziam ‘Alicia não é de nada’ ‘Ela mal sabe o que é viver’ e de certa forma isso me atingia. Mas me lembro daquela noite com sorrisos e lágrimas, coloquei um vestido que parecia ser de uma criança de oito anos, curto, mas provocante. Tomei cuidado confesso, parecer vulgar não era uma das opções, apenas queria me sentir um tanto quanto… interessante. Deixei de lado minha lista do que fazer em uma sexta a noite - ver titanic e ir ate a casa de minha avó - e sai em busca de aventura com minhas “amigas”. Vestido preto e um salto de uns quarenta centímetros - me sentia uma prostituta -. Chegamos em um local onde só haviam homens mais velhos, e me senti importante por estar entrando legalmente. Quando penso nisso hoje em dia, caio na gargalhada, imagine, eu que inocente. Rapidamente, sentei-me em um banco ao lado do bar e pedi um suco de acerola. O atendente riu por alguns segundos, e depois atendeu o pedido de vodca de minhas amigas. Deduzi então, que não poderia beber um suco ali, sem ser chamada de antiquada. Pedi logo duas doses de alguma coisa, e logo fui virando, copo por copo, ate formar uma muralha com eles em minha frente, e sentir minha cabeça girando. Não me lembro de muita coisa depois daquilo, abri os olhos no dia seguinte, estava sob uma cama com lençóis azuis e dois cobertores caído ao lado. Havia um quadro na parede da frente, que mais parecia ter sido pintado por uma criança de quatro anos. Tinha alguns livros jogados em um canto do quarto, e logo notei que minhas roupas também estavam jogadas ali. Passei a mão sobre meu corpo, mal conseguindo abaixar minha cabeça. Doía, muito. Para minha surpresa, eu estava com uma roupa que não era minha, e para piorar, não eram de mulher. Estava vestindo uma camiseta verde limão, e só. Comecei a chorar desesperadamente, procurando minha bolsa em algum canto da cama ou do chão. ‘O que eu fiz?’ minha cabeça gritava comigo me deixando pior do que eu estava. Um barulho veio da cozinha, um barulho alto, como se algo houvesse caído. E um xingamento algo veio a seguir. Achei minha bolsa, e tomei sobre a mão um sapato ali jogado. E assim me aproximei da porta com passos calmos, mas tropeçando em coisas jogadas. ‘Que bagunça’ minha cabeça gritava. Cheguei perto de minhas roupas, e parecia que alguém havia morrido ali, meu Deus, como cheirava mal. Dei passos calmos e abri um pouco a porta, coloquei-me a frente, e quase morri quando alguém abriu-a por completo. Dei dois pulos para trás segurando o sapato em minha frente e comecei a gritar.
- Acalme-se. - Ele disse com uma voz calma e um sorriso lindo. - Apenas vim trazer-te um café. - Ele estendeu a mão com uma caneca dourada em minha direção.
- Quequem é você? - Gaguejei.
- Não se lembra? - Ele riu alto.
- Não. - Peguei a caneca e coloquei perto de meu rosto, notando as aspirinas em sua mão. Ele rapidamente estendeu as mãos e entregou-a para mim.
- Entregou-me ontem a noite, seu bem mais precioso. - Abaixou a cabeça e colocou as mãos no bolso.
 Droga, droga, droga. Não creio que fiz isso. Meu coração batia rápido, e comecei a suar em partes que achei que não era possível. Senti uma lágrima cair de meus olhos, e o pior de tudo era que eu não me lembrava de nada. Coloquei a caneca sobre a pilha de livros, observando a fumaça sair dela, e virei as quatro aspirinas da boca de uma vez, sem mesmo precisar de água. Desci as mãos pelo meu corpo, eu havia me entregado para um estranho. - Droga!
- Então… nós dois… - Não me parecia adequado dizer sexo, então fiz gestos com as mãos e ele riu. Eu era virgem, ele queria o que?
- Sim, conheci você naquele bar da esquina, mas eu já sabia quem era. Você frequenta a biblioteca do centro e eu trabalho lá. - Sorriu e eu me lembrei daquele sorriso, ele ficava na parte de literatura estrangeira, minha favorita!
- Entreguei-me para alguém que gosta de livros… então. - Abaixei a cabeça.
- Não, nós não fizemos sexo. - Ele pausou para rir de minha inocência.
- Então, por que disse que entreguei-te meu maior bem? - Olhei confusa.
- Entregou-me seu livro de Alvares de Azevedo, não dizia ser seu maior bem?
Começamos a rir, e ele tocou minha mão.
- Então por que não estou com minhas roupas? - Questionei-o.
- Creio que foi a primeira vez que bebeu, porque depois de quatro copos, você soltou tudo… e já sabe.
- Desculpe-me. Mas, e minhas amigas?
- Foram embora com alguns homens bem mais velhos, e não achei justo te deixar ali sozinha, e como não sabia onde morava, a trouxe para cá.
- Obrigada.
- Eu estava vindo para cá mesmo, foi um trajeto único. - Ele riu.
- Não só por isso. 
- Por que mais?
- Por não fazer nada comigo.
- Não faria doce virgem. - Ele sorria como um anjo.
Depois disso não lembro de mais nada. Tivemos um longo dialogo, e depois ele me levou para casa. Isso foi há oito primaveras atrás. Oito longas primaveras… E o motivo de eu escrever sobre minha adolescência frustrada? Hoje fui ate a biblioteca, matar a saudade dos livros, e encontrei o homem cujo sorriso foi o mais lindo que já contemplei, e meu coração bateu rápido ao notar que sua mão era livre de qualquer aliança e seu coração livre de qualquer pessoa… Já tenho vinte e seis anos, e achei que sabia tudo sobre a vida… mas ela resolveu pregar-me uma peça. Obrigada por essa chance velha amiga… prometo que dessa vez farei certo. 
- Ingrid Forato, noite inacabada. 

    coleciono-lagrimas:

    Relatos de uma madrugada qualquer.

    Quando completei dezoito anos, entrei na minha fase de querer e poder. Eu não sabia nada sobre a vida, e alguns momentos me provaram que a própria vida não sabia nada sobre mim também. Eu sempre fui o tipo de garota calma, que trocava as noites agitadas por livros, e as bebidas por suco de acerola. Mas eu tinha curiosidades, assim como qualquer jovem entrando em sua fase ‘adolescente-madura’. Todos diziam ‘Alicia não é de nada’ ‘Ela mal sabe o que é viver’ e de certa forma isso me atingia. Mas me lembro daquela noite com sorrisos e lágrimas, coloquei um vestido que parecia ser de uma criança de oito anos, curto, mas provocante. Tomei cuidado confesso, parecer vulgar não era uma das opções, apenas queria me sentir um tanto quanto… interessante. Deixei de lado minha lista do que fazer em uma sexta a noite - ver titanic e ir ate a casa de minha avó - e sai em busca de aventura com minhas “amigas”. Vestido preto e um salto de uns quarenta centímetros - me sentia uma prostituta -. Chegamos em um local onde só haviam homens mais velhos, e me senti importante por estar entrando legalmente. Quando penso nisso hoje em dia, caio na gargalhada, imagine, eu que inocente. Rapidamente, sentei-me em um banco ao lado do bar e pedi um suco de acerola. O atendente riu por alguns segundos, e depois atendeu o pedido de vodca de minhas amigas. Deduzi então, que não poderia beber um suco ali, sem ser chamada de antiquada. Pedi logo duas doses de alguma coisa, e logo fui virando, copo por copo, ate formar uma muralha com eles em minha frente, e sentir minha cabeça girando. Não me lembro de muita coisa depois daquilo, abri os olhos no dia seguinte, estava sob uma cama com lençóis azuis e dois cobertores caído ao lado. Havia um quadro na parede da frente, que mais parecia ter sido pintado por uma criança de quatro anos. Tinha alguns livros jogados em um canto do quarto, e logo notei que minhas roupas também estavam jogadas ali. Passei a mão sobre meu corpo, mal conseguindo abaixar minha cabeça. Doía, muito. Para minha surpresa, eu estava com uma roupa que não era minha, e para piorar, não eram de mulher. Estava vestindo uma camiseta verde limão, e só. Comecei a chorar desesperadamente, procurando minha bolsa em algum canto da cama ou do chão. ‘O que eu fiz?’ minha cabeça gritava comigo me deixando pior do que eu estava. Um barulho veio da cozinha, um barulho alto, como se algo houvesse caído. E um xingamento algo veio a seguir. Achei minha bolsa, e tomei sobre a mão um sapato ali jogado. E assim me aproximei da porta com passos calmos, mas tropeçando em coisas jogadas. ‘Que bagunça’ minha cabeça gritava. Cheguei perto de minhas roupas, e parecia que alguém havia morrido ali, meu Deus, como cheirava mal. Dei passos calmos e abri um pouco a porta, coloquei-me a frente, e quase morri quando alguém abriu-a por completo. Dei dois pulos para trás segurando o sapato em minha frente e comecei a gritar.

    - Acalme-se. - Ele disse com uma voz calma e um sorriso lindo. - Apenas vim trazer-te um café. - Ele estendeu a mão com uma caneca dourada em minha direção.

    - Quequem é você? - Gaguejei.

    - Não se lembra? - Ele riu alto.

    - Não. - Peguei a caneca e coloquei perto de meu rosto, notando as aspirinas em sua mão. Ele rapidamente estendeu as mãos e entregou-a para mim.

    - Entregou-me ontem a noite, seu bem mais precioso. - Abaixou a cabeça e colocou as mãos no bolso.

     Droga, droga, droga. Não creio que fiz isso. Meu coração batia rápido, e comecei a suar em partes que achei que não era possível. Senti uma lágrima cair de meus olhos, e o pior de tudo era que eu não me lembrava de nada. Coloquei a caneca sobre a pilha de livros, observando a fumaça sair dela, e virei as quatro aspirinas da boca de uma vez, sem mesmo precisar de água. Desci as mãos pelo meu corpo, eu havia me entregado para um estranho. - Droga!

    - Então… nós dois… - Não me parecia adequado dizer sexo, então fiz gestos com as mãos e ele riu. Eu era virgem, ele queria o que?

    - Sim, conheci você naquele bar da esquina, mas eu já sabia quem era. Você frequenta a biblioteca do centro e eu trabalho lá. - Sorriu e eu me lembrei daquele sorriso, ele ficava na parte de literatura estrangeira, minha favorita!

    - Entreguei-me para alguém que gosta de livros… então. - Abaixei a cabeça.

    - Não, nós não fizemos sexo. - Ele pausou para rir de minha inocência.

    - Então, por que disse que entreguei-te meu maior bem? - Olhei confusa.

    - Entregou-me seu livro de Alvares de Azevedo, não dizia ser seu maior bem?

    Começamos a rir, e ele tocou minha mão.

    - Então por que não estou com minhas roupas? - Questionei-o.

    - Creio que foi a primeira vez que bebeu, porque depois de quatro copos, você soltou tudo… e já sabe.

    - Desculpe-me. Mas, e minhas amigas?

    - Foram embora com alguns homens bem mais velhos, e não achei justo te deixar ali sozinha, e como não sabia onde morava, a trouxe para cá.

    - Obrigada.

    - Eu estava vindo para cá mesmo, foi um trajeto único. - Ele riu.

    - Não só por isso. 

    - Por que mais?

    - Por não fazer nada comigo.

    - Não faria doce virgem. - Ele sorria como um anjo.

    Depois disso não lembro de mais nada. Tivemos um longo dialogo, e depois ele me levou para casa. Isso foi há oito primaveras atrás. Oito longas primaveras… E o motivo de eu escrever sobre minha adolescência frustrada? Hoje fui ate a biblioteca, matar a saudade dos livros, e encontrei o homem cujo sorriso foi o mais lindo que já contemplei, e meu coração bateu rápido ao notar que sua mão era livre de qualquer aliança e seu coração livre de qualquer pessoa… Já tenho vinte e seis anos, e achei que sabia tudo sobre a vida… mas ela resolveu pregar-me uma peça. Obrigada por essa chance velha amiga… prometo que dessa vez farei certo. 

    Ingrid Forato, noite inacabada. 

    (via honestlystillbelieve)

  5. 9805
    25
    Feb
  6. 21063
    21
    Feb

    São raros os que percebem que você não está bem.

  7. 24489
    21
    Feb

    “Você ja quebrou alguma coisa no corpo?” “Olha, geralmente eu quebro a cara.”

  8. 24186
    21
    Feb
  9. 16
    Feb

    Eu não tenho mais forças pra lutar pela gente, mas não tenho coragem de te deixar

  10. 258
    16
    Feb
avatar_96
O sorriso no rosto nem sempre mostra alegria.
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